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Património Edificado

A religiosidade não tem um tempo em Castro Verde. Veste-se no sentir da memória. Há dois mil anos, no sítio da Igreja de Santa Bárbara, ergueu-se um templo onde os crentes deixaram dezenas de milhares de lucernas homenageando os seus deuses. A dois passos do Salto, no limite com o concelho de Mértola, a Senhora de Aracelis continua a acolher a devoção das comunidades rurais da zona. O S. Pedro das Cabeças, próximo dos Geraldos, recorda a lendária Batalha de Ourique. O espírito alimenta-se na memória e na espiritualidade, mas também na imensidão das terras de Castro.

  • Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição - Castro Verde

     

    Erigida sobre a antiga matriz de Castro Verde, a Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição data dos inícios do século XVIII (provavelmente a construção foi iniciada em 1713 e em 1718 ainda se encontrava em construção) e tem a sua existência associada ao discurso de glorificação da lenda da Batalha de Ourique, inscrita, desde há muito tempo, no imaginário português e na matriz histórica da nossa realeza. D. João V corporizou e traduziu esse espírito no favorecimento que deu à obra; no título de Basílica Real atribuído à nova matriz e nas mais diversas encomendas régias com que enriqueceu e valorizou o seu recheio.

    A escala do edifício, a proteção da coroa à sua construção e as afinidades que revela com outras igrejas da época sustentam a hipótese da sua traça se dever a João Antunes, arquiteto régio e das três ordens militares. Estando ou não a matriz de Castro Verde ligada a este nome maior da arquitetura barroca portuguesa (se o projeto, porventura, foi seu, então não pôde acompanhar a sua execução, dado que faleceu em 1712), trata-se de uma obra grandiosa, de fachada robusta, compartimentada, com alçado dominado pela presença de duas torres sineiras, composição que contrasta com o espaço interior, elegante, de uma só nave, na qual se exibe, preenchendo as superfícies parietais, um conjunto notável de painéis Joaninos historiados de exaltação da Batalha de Ourique e um magnífico altar-mor de talha dourada, da mesma época (a riqueza patrimonial da matriz Joanina, nos dias de hoje, encontra-se, contudo, algo diminuída, dado o extravio, entretanto verificado, de parte do seu recheio original: órgão altares laterais, alfaias, relicários, etc.).

    Horário: 

    De abril a outubro: 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00

    De novembro a março: 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30

    Missa:

     Domingos: das 12h00 às 13h00

    • Não há visitas  durante o culto ou quaisquer outras  cerimónias religiosos;
    • Nos dias de culto ou cerimónias religiosas a abertura após o almoço poderá sofrer alterações que serão devidamente afixadas no local;

    Encerra:

    - 2ªas e 3ªs feiras
    - 1 de janeiro
    - Sexta-feira Santa
    - Domingo de Páscoa
    - 1 de maio
    - Segundo domingo de maio (Festa de S. Miguel)
    - 25 de dezembro

    PREÇÁRIO DA VISITA À BASÍLICA REAL
    Com Guia Turístico

    Bilhete Individual
    Normal: 1€
    Júnior (10-17 anos): 1€
    Infantil (até 9 anos): Gratuito

    Bilhete Grupo (exceções):
    Bilhete Escola – Ensino Obrigatório (10 ou + pessoas):
    0,50€
    Bilhete Concelho de Castro Verde: Gratuito aos domingos (mediante apresentação de comprovativo de morada)

    PREÇÁRIO DA VISITA AO TESOURO DA BASÍLICA REAL

    Bilhete Individual
    Normal: 2€
    Júnior (10-17 anos): 1€
    Infantil (até 9 anos): Gratuito

    Bilhete Grupo (exceções):
    Bilhete Escola – Ensino Obrigatório (10 ou + pessoas):
    1,70€
    Bilhete Concelho de Castro Verde: Gratuito aos domingos (mediante apresentação de comprovativo de morada)

    PREÇÁRIO DO BALCÃO EXTERIOR – TORRE

    Bilhete Individual
    Normal:
    1€
    Júnior (10-17 anos): 1€
    Infantil (até 9 anos): Gratuito

    Bilhete Grupo (exceções):
    Bilhete Escola – Ensino Obrigatório (10 ou + pessoas):
    0,50€
    Bilhete Concelho de Castro Verde: Gratuito aos domingos (mediante apresentação de comprovativo de morada)

    Visita Completa (visita guiada + Tesouro + Torres): 3€
    Visita Completa Escola (10 ou + pessoas): 2€

    Morada
    Basílica Real de Castro Verde
    Praça do Município
    7780 Castro Verde
    Telefone: 286 328 550
  • Igreja das Chagas do Salvador / Igreja de Nossa Senhora dos Remédios - Castro Verde

     

    A Igreja das Chagas do Salvador, vulgarmente designada de Nossa Senhora dos Remédios (por alusão à fama de milagreira que alcançou uma imagem da Virgem, de roca, oferecida por um devoto, em 1630), é de fundação medieval e a sua história cruza-se, igualmente, com o imaginário criado em torno da Batalha de Ourique, tendo o templo sido instituído, segundo a lenda, por voto de D. Afonso Henriques após a vitória que alcançou sobre os cinco reis mouros. Sabe-se que o edifício se encontrava arruinado em inícios do século XVII, tendo o rei Filipe III autorizado a sua reconstrução, em 1621, afetando-se, para esse efeito, o rendimento dos terrádegos da Feira de Castro Verde. A igreja filipina, cujas obras se prolongaram por largos anos, é um edifício de feição maneirista, de nave única, capela-mor desenvolvida, torre sineira e fachada bem proporcionada. O interior integra elementos de diferentes épocas, surgindo, a par dos altares barrocos e de imaginária religiosa seiscentista e setecentista, painéis azulejares de figura avulsa e telas historiadas sobre o tema do Milagre da Batalha de Ourique, realizadas por Diogo Magina, entre 1763 e 1767. Em 1811, por ameaçar ruína a capela-mor, e em 1867, por ter abatido a sua abóbada, verificaram-se obras de restauro e de reconstrução, que teve a intervenção, no primeiro caso, do pintor Pardalinho de Beja.

    Morada:
    Igreja das Chagas do Salvador / Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
    Rua D. Afonso I
    7780 Castro Verde

     

  • Igreja da Misericórdia - Castro Verde

    A Igreja da Misericórdia é um edifício de matriz seiscentista e setecentista, de sabor popular e tradicional, com interesse arquitetónico, artístico e histórico.

    Morada:

    Igreja da Misericórdia
    Largo Víctor Prazeres
    7780 Castro Verde

  • Ermida de São Sebastião - Castro Verde

     

    A Ermida de S. Sebastião fica situada no local onde, todos os anos, a 20 de janeiro, se realiza a Feira de São Sebastião. A sua origem remonta aos séculos XVII e XVIII.
    Modesta e pequena, esta pequena capela é mais um exemplo do estilo religioso alentejano, apresentando planta rectangular e, no interior, uma só nave com capela-mor. Neste templo de grande simplicidade, destacam-se o campanário e as pinturas murais, barrocas.

    Morada:

    Ermida de São Sebastião
    Rossio do Santo
    7780 Castro Verde
  • Ermida de São Pedro das Cabeças - Castro Verde

    A 4 km da vila de Castro Verde, esta ermida situa-se numa elevação com uma bela panorâmica. Terá sido mandada construir na segunda metade do século XVI em tributo à vitória de D. Afonso Henriques na Batalha de Ourique (25 de julho de 1139), no local onde, segundo a tradição, terá ocorrido.

     

    Morada:

    Ermida de São Pedro das Cabeças
    Geraldos
    7780 Castro Verde

     

  • Casa Dona Maria - Castro Verde

     

    Habitação particular construída no início do século passado, esta casa imponente e ostensiva, marca a chegada de um material novo: o cimento. Carregada de exotismo e de recantos que se adivinham, o lado mais interessante é, curiosamente, a traseira.

     

    Morada:

    Casa Dona Maria
    Rua fialho de Almeida
    7780 Castro Verde

     

  • Obelisco em Memória da Batalha de Ourique - Castro Verde

    O obelisco em memória da Batalha de Ourique foi erguido em 1792 por ação do então provedor da comarca de Ourique. Assenta sobre plataforma circular, de cinco degraus (primitivamente eram sete), possuindo, num desenho harmonioso, pedestal e corpo piramidal, rematado por uma coroa. Derrubado no ano de 1804 por um ciclone, só em 1960 seria restaurado, conservando, do original, o pedestal, no qual ocorrem inscrições alusivas à aparição de Cristo a D. Afonso Henriques na véspera da Batalha de Ourique e o medalhão de jaspe com a efígie de D. Maria I, simbolizando a relação régia ao mito fundacional do reino português.

    Morada:

    Obelisco em Memória da Batalha de Ourique
    Praça do Município
    7780 Castro Verde

  • Igreja Matriz - Entradas

    A Igreja Matriz de Entradas é um edifício setecentista de acentuada verticalidade, de uma só nave e capela-mor saliente, com uma pujante torre sineira no seu prolongamento, que acentua a volumetria e a posição dominante que ocupa no espaço urbano. Na fachada, abre-se um portal, sóbrio, sem lavores, sobrepujando por um grande janelão, que côa a luz natural que ilumina o interior da igreja, no qual tem presença marcante um excecional altar-mor, de mármore branco, preto e rosa. Elegante e de grande rigor compositivo, harmonizado com a altura e largura da capela, e daí a sua acentuada projeção vertical, é uma obra rara e notável de estética barroca em terras alentejanas. Este templo conservou da antiga Igreja Medieval de Santiago Maior, como peças mais significativas, uma custódia e a pia batismal, produções quinhentistas de inegável qualidade. 

     

    Morada:

    Igreja Matriz de Entradas
    Largo da Liberdade
    7780 Entradas

  • Igreja da Misericórdia - Entradas

     

    De fundação quinhentista, a Igreja da Misericórdia de Entradas foi profundamente remodelada nos séculos XVII e XVIII. É uma típica e bem conservada construção de arquitetura religiosa rural, que tem no seu interior os principais motivos de interesse: o altar-mor, que exibe um conjunto de imagens religiosas e pinturas retabulares seiscentistas, de gosto popular; a cadeira seiscentista do provedor da misericórdia e restos dos azulejos mudejáres (oriundos provavelmente da primitiva igreja da vila). O antigo hospital, que lhe estava anexo (que atualmente acolhe o Pólo de Entradas da Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca), recentemente recuperado, embora não conserve traços de manifesta antiguidade, é um espaço de profunda carga simbólica na vivência histórica da aldeia (é o sucedâneo, sublinhe-se, do velho hospital medieval do Espírito Santo).

    Morada:

    Igreja da Misericórdia de Entradas
    Largo da Misericórdia
    7780 Entradas

     

  • Ermida de Nossa Senhora da Esperança - Entradas

    Fundada em 1575 por D. Bartolomeu Leitão, natural de Entradas e Bispo de Cabo Verde, a Ermida de Nossa Senhora da Esperança é um edifício de feição maneirista, de uma só nave e capela-mor desenvolvida, ambas abobadadas, mostrando na fachada um portal simples, de verga, encimada por frontão onde se inscreve a lápide fundacional e um brasão de armas. No interior, entre outros elementos de interesse, conserva um bom conjunto de pinturas murais, da época, com representações do imaginário local (Santo Amaro, São Sebastião, São Lourenço, Santa Luzia e São Brás), elementos decorativos diversos e representações de perspetiva ilusionista, e um bem trabalhado altar-mor de talha dourada, barroco, com três nichos enquadrados por colunas salomónicas, que guardam três imagens de Maria.

     

    Morada:

    Ermida de Nossa Senhora da Esperança
    Avenida de Nossa Senhora da Esperança
    7780 Entradas

  • Ermida de S. Sebastião - Entradas

    Situada junto ao cemitério, é uma capela muito simples, sem quaisquer manifestações de arquitectura ou riqueza. Aponta-se o século XVII como data provável do início da sua construção. No século seguinte foi feito o retábulo e a moldura do arco triunfal.

    Morada:

    Ermida de S. Sebastião
    Cemitério de Entradas
    7780 Entradas

  • Pelourinho da Vila - Entradas

     

    Ao centro da Praça Zeca Afonso, em Entradas, ergue-se o antigo pelourinho da vila, símbolo do antigo concelho de Entradas, que se presume que tenha sido erigido por volta de 1512, ocupando lugar perto dos Paços do Município, e que lá permanecesse até aos anos 30 do século XIX, altura em que o concelho foi extinto, após as reformas de Passos Manuel e Mouzinho da Silveira. O pelourinho de Entradas voltou a ser erguido no início de 2012, após uma intervenção que teve como finalidade a dignificação do espaço público e a valorização e qualificação do património cultural e natural.

    Morada:

    Pelourinho da Vila de Entradas
    Praça Zeca Afonso
    7780 Entradas

     

  • Capela de Santo Isidoro - Entradas

    A capela de Santo Isidoro, localizada a cerca de três quilómetros de Entradas, junto a um pequeno monte com o mesmo nome, foi recentemente restaurada e aberta à população, no âmbito de um projeto de reabilitação desenvolvido pela Câmara Municipal de Castro Verde e Junta de Freguesia de Entradas. A obra reabilitou por completo o edifício que, durante décadas, esteve bastante arruinado.
    O pequeno templo nos arredores da vila de Entradas consagra Isidoro de Sevilha, um teólogo, matemático e doutor da Igreja, que foi arcebispo daquela cidade do sul de Espanha. Apontado como o primeiro dos grandes compiladores medievais, tornou-se muito influente na Espanha medieval e escreveu a obra enciclopédica “Etymologiarum Libri XX”.

    Morada:

    Capela de Santo Isidoro
    Monte de Santo Isidoro
    7780 Entradas

  • Igreja Matriz - Casével

     

    Templo maneirista e barroco, construído sobre um templo do século XIV. Apresenta uma nave única com uma capela-mor e capelas laterais. A fachada foi profundamente remodelada no século XVIII e a torre sineira foi construída entre 1954 e 1955. Destaque para a Cabeça-Relicário de São Fabião, peça de ourivesaria do século XIII, pertencente a este templo, que a tradição popular associa à cura dos males dos gados, e que pode ser visitada no museu do Tesouro da Basílica Real.

    Morada:

    Igreja Matriz de Casével
    Largo da Praça
    7780 Casével

     

  • Ermida de S. Miguel - Casével

     

    Fundada em ano incerto, provavelmente em finais do século XVI, a Ermida de S. Miguel, um edifício de matriz seiscentista e setecentista, adquiriu verdadeira importância devotiva em inícios do século XVIII, com a descoberta de uma fonte de águas santas nas suas proximidades, que operava milagres de variada sorte. A multidão de devotos, as esmolas e bens por estes concedidas em ação de graças e a proteção dada por D. João VI à confraria e ao culto de S. Miguel foram os factores que impulsionaram a construção de um novo templo, iniciada em 1715 e concluída dois anos depois, de um pequeno edifício de resguardo da fonte santa, bem como de dormitórios, estrebarias e casas de apoio aos romeiros (estruturas desde há muito arruinadas). O interior do templo, pelas soluções decorativas e artísticas que exibe contrasta, profundamente, com moldura modesta da sua arquitetura. Os painéis historiados de azulejo da capela-mor, de época Joanina, o revestimento azulejar das suas paredes e os ladrilhos do seu chão, também a azul e branco (anos 70 do século XVIII), que dão uma excepcional dimensão e animação cromática a todo o espaço; o notável altar-mor de mármore do arco triunfal e as pinturas murais, hoje degradas, que cobrem as abóbadas da nave e da capela-mor emprestam à Ermida de S. Miguel uma qualidade artística e cenográfica que raramente ocorre em edifícios do seu género, em terras de Baixo Alentejo.

    Morada:

    Ermida de S. Miguel
    7780 Casével
  • Igreja Matriz de S. Marcos - São Marcos da Atabueira

     

    A Igreja Matriz de S. Marcos é um edifício de feição maneirista e barroca (uma só nave, rebaixada, com capela-mor saliente e fachada simples, rasgada por um portal sobrepujado pelas tradicionais armas de Santiago de Espada), contrafortes pujantes, uma sacristia e uma pequena torre sineira, dotada de um relógio, que compuseram o edifício estruturalmente híbrido mas formalmente equilibrado (a presença de pináculos a rematar os cunhais, contrafortes, a torre sineira e a sacristia emprestam um aparente ar de unidade). 

    Morada:

    Igreja Matriz de S. Marcos
    Largo 25 de Abril
    7780 São Marcos da Atabueira

  • Ermida de Nossa Senhora de Aracelis - São Marcos da Atabueira

    Na fronteira entre os concelhos de  Castro Verde e Mértola estende-se uma pequena serra; se outros nomes conheceu, chegou até aos nossos tempos como o de Aracelis, forma popularizada de ara coeli, isto é, “altar do céu”, invocação que os devotos de Maria atribuíram à capela que ergueram no seu cimo. Desconhece-se, em absoluto, quando esta se fundou. É provável, no entanto, que date de finais do século XVI, época de expansão deste culto mariano, não surgindo arrolada, até então, nos sucessivos processos visitacionais da Ordem de Santiago.

    Ao contrário de muitos outros templos rurais da região que não sobreviveram à passagem dos séculos e à laicização progressiva dos costumes, a capela de Nossa Senhora de Aracelis continua a atrair devotos e romeiros de diferentes paragens, sobretudo por ocasião da festa da padroeira, em setembro, assumindo-se como um dos principais santuários marianos alentejanos. O edifício, de pequenas dimensões e de linhas simples, é antecedido por um amplo adro, ao qual se acede por dois pórticos decorados, de gosto popular, conferindo graciosidade e beleza ao conjunto, devendo este datar de finais do século XVI, com prolongamento construtivo no século seguinte, época atribuível ao altar-mor e à imagem da Virgem que nele se venera. 

    Morada:

    Ermida de Nossa Senhora de Aracelis
    Monte do Salto
    7780 São Marcos da Atabueira

  • Igreja Matriz de Santa Bárbara - Santa Bárbara de Padrões

     

    A Igreja Matriz de Santa Bárbara é um edifício de pequeno porte arquitetónico, tipologicamente semelhante a outros templos das paróquias rurais alentejanas. De fundação ou reconstrução quinhentista, apresenta volumes sóbrios, uma só nave, com torre sineira (mais tardia) inscrita no plano da fachada, capela-mor desenvolvida e uma capela lateral, saliente, espaços em que estão presentes elementos caraterísticos da feição popular do discurso construtivo maneirista. A sua implantação, num plano elevado da aldeia, e enquadramento, com um adro murado a circunscrever a igreja, favorecem a perspetiva e a visão do conjunto. No interior, evidenciam-se as marcas de entalhadores, pintores e imaginários populares, expressas no conjunto de altares e imagens dos séculos XVII e XVIII, entre as quais pontifica a da padroeira que, em inícios do século XVIII, segundo um documento coevo, era “muito milagrosa”, sendo a igreja, por isso, “frequentada e de romagem em todo o ano”. Nos dias de hoje, o culto a Santa Bárbara continua a ser o elemento gregário e identitário por excelência da aldeia, celebrando-se as suas festas tradicionais no último fim-de-semana de agosto e no dia 4 de dezembro (Festa da Vigília).

    Morada:

    Igreja Matriz de Santa Bárbara
    Rua da Igreja
    7780 Santa Bárbara de Padrões

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